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Indicador registrou queda de 0,06% no período analisado; Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal continuam sendo as regiões mais caras do país

O comportamento do preço de venda de imóveis não foi homogêneo entre as cidades monitoradas: apenas seis registraram aumento mensal de preço acima de +0,10%
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O comportamento do preço de venda de imóveis não foi homogêneo entre as cidades monitoradas: apenas seis registraram aumento mensal de preço acima de +0,10%

O Índice FipeZap, que monitora a variação do preço de venda de imóveis residenciais em 20 cidades brasileiras, encerrou o mês de agosto próximo da estabilidade, com queda de 0,06% em relação a julho. A inflação esperada para o mês é de 0,00%, segundo Boletim Focus divulgado na última segunda-feira (3).

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O comportamento do preço de venda de imóveis não foi homogêneo entre as cidades monitoradas pelo indicador. Apenas seis dos 20 municípios analisados registraram aumento mensal de preço acima de +0,10%, com altas mais expressivas em Goiânia (0,30%), Salvador (0,26%) e Santo André (0,16%).

Em contrapartida, quase metade (9) das cidades observadas pelo FipeZap apresentaram queda nominal - isto é, que não leva em consideração a inflação do período - inferior a -0,10%. Os maiores recuos nos preços foram anotados em Florianópolis (-0,49%), Porto Alegre (-0,40%) e Niterói (-0,34%).

No restante das regiões monitoradas, incluindo São Paulo e Distrito Federal, os preços dos imóveis ficaram estáveis, com variações mensais entre 0,10% e -0,10%.

De acordo com o indicador, o valor médio de venda de imóveis nas cidades estudadas foi de R$ 7.529/m². O Rio de Janeiro se manteve como o município com o metro quadrado mais elevado do país (R$ 9.494/m²), seguido por São Paulo (R$ 8.796/m²) e Distrito Federal (R$ 7.788/m²), que é avaliada como uma cidade só.

O menor preço médio foi encontrado em Contagem (R$ 3.511/m²), Goiânia (R$ 4.164/m²) e Vila Velha (R$ 4.692/m²).

Balanço parcial de 2018

De janeiro a agosto, segundo o FipeZap, o preço médio de venda de imóveis residenciais recuou 0,29% em termos nominais, o que corresponde a uma queda real de 3,14%
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De janeiro a agosto, segundo o FipeZap, o preço médio de venda de imóveis residenciais recuou 0,29% em termos nominais, o que corresponde a uma queda real de 3,14%

De janeiro a agosto, segundo o FipeZap, o preço médio de venda de imóveis residenciais recuou 0,29% em termos nominais, o que, considerando a inflação de 2,94% acumulada no período, corresponde a uma queda real de 3,14%.

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Individualmente, 12 das 20 cidades monitoradas registraram queda nominal nos valores de venda. Destas, se destacaram Rio de Janeiro (-2,65%), Niterói (-2,46%) e Fortaleza (-1,16%).

Outros sete municípios apresentaram variação acima de 0,10% e acumularam alta mais expressiva em 2018. São Caetano do Sul lidera com 2,20%, seguida por São Paulo (1,41%) e Goiânia (1,36%).

Florianópolis foi a única cidade onde os preços se mantiveram próximos da estabilidade, com variação positiva de 0,09%.

Venda de imóveis nos últimos 12 meses

Dentre os municípios em que houve aumento nominal do preço de venda de imóveis, as maiores variações foram registradas em São Caetano do Sul (2,94%), Vitória (2,37%) e Goiânia (2,33%)
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Dentre os municípios em que houve aumento nominal do preço de venda de imóveis, as maiores variações foram registradas em São Caetano do Sul (2,94%), Vitória (2,37%) e Goiânia (2,33%)

Entre agosto de 2017 e agosto de 2018, o Índice FipeZap apontou recuo nominal de 0,32% no preço de venda dos imóveis residenciais. Nesse intervalo de tempo, 11 das 20 cidades pesquisadas apresentaram queda nos valores, lideradas por Rio de Janeiro (-4,24%), Niterói (-3,30%) e Santos (-2,07%).

Dentre os municípios em que houve aumento nominal do preço dos imóveis, as maiores variações foram registradas em São Caetano do Sul (2,94%), Vitória (2,37%) e Goiânia (2,33%).

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Todas as cidades analisadas registraram variação de preço inferior à inflação acumulada nos últimos 12 meses (4,29%). Como resultado, o Índice FipeZap tem queda real de 4,42% no período.

Preço por bairro

Em São Paulo, os bairros que registraram maior preço médio de venda de imóveis foram Cidade Jardim (R$ 20.069/m²), Vila Nova Conceição (R$ 17.644/m²) e Vila Olímpia (R$ 13.666/m²)
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Em São Paulo, os bairros que registraram maior preço médio de venda de imóveis foram Cidade Jardim (R$ 20.069/m²), Vila Nova Conceição (R$ 17.644/m²) e Vila Olímpia (R$ 13.666/m²)

São Paulo (SP)

Mais caros: Cidade Jardim (R$ 20.069/m²), Vila Nova Conceição (R$ 17.644/m²), Vila Olímpia (R$ 13.666/m²), Itaim Bibi (R$ 13.490/m²) e Jardins (R$ 12.412/m²)

Mais baratos: São Miguel Paulista (R$ 4.287/m²), Itaquera (R$ 4.238/m²), Itaim Paulista (R$ 4.013/m²), Artur Alvim (R$ 3.949/m²) e Cidade Tiradentes (R$ 3.624/m²)

Rio de Janeiro (RJ)

Mais caros: Leblon (R$ 20.527/m²), Ipanema (R$ 19.013/m²), Lagoa (R$ 16.371/m²), Gávea (R$ 15.901/m²) e Jardim Botânico (R$ 14.788/m²)

Mais baratos: Paciência (R$ 2.685/m²), Cavalcanti (R$ 2.570/m²), Anchieta (R$ 2.492/m²), Coelho Neto (R$ 2.368/m²) e Pavuna (R$ 2.346/m²)

Belo Horizonte (MG)

Mais caros: Savassi (R$ 11.470/m²), Santo Agostinho (R$ 10.705/m²), Funcionários (R$ 10.318/m²), Lourdes (R$ 9.535/m²) e Belvedere (R$ 9.229/m²)

Mais baratos: Vitória (R$ 2.994/m²), Jardim Leblon (R$ 2.880/m²), Solimões (R$ 2.811/m²), Serra Verde (R$ 2.705/m²) e Ribeiro de Abreu (R$ 2.344/m²)

Vitória e Vila Velha (ES)

Mais caros: Barro Vermelho (7.020/m²), Mata da Praia (R$ 6.979/m²), Praia do Canto (R$ 6.605/m²), Enseada do Suá (R$ 6.259/m²) e Morada de Camburí (R$ 5.863/m²)

Mais baratos: Jockey de Itaparica (R$ 2.467/m²), Boa Vista (R$ 2.466/m²), Centro (R$ 2.438/m²), Vale Encantado (R$ 2.362/m²) e Riviera da Barra (R$ 2.024/m²)

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Porto Alegre (RS)

Mais caros: Três Figueiras (R$ 10.373/m²), Pedra Redonda (R$ 8.953/m²), Bela Vista (R$ 8.345/m²), Moinhos de Vento (R$ 8.247/m²) e Mont’Serrat (R$ 7.412/m²)

Mais baratos: Navegantes (R$ 3.427/m²), Mário Quintana (R$ 3.285/m²), Rubem Berta (R$ 3.252/m²), Lomba do Pinheiro (R$ 3.189/m²) e Restinga (R$ 2.719/m²)

Curitiba (PR)

Mais caros: Batel (R$ 7.248/m²), Campina do Siqueira (R$ 7.226/m²), Alto da Glória (R$ 7.213/m²), Mercês (R$ 7.046/m²) e Hugo Lange (R$ 6.880/m²)

Mais baratos: Sítio Cercado (R$ 3.222/m²), Barreirinha (R$ 3.159/m²), Cachoeira (R$ 2.851/m²), Tatuquara (R$ 2.847/m²) e Campo de Santana (R$ 2.833/m²)

Florianópolis (SC)

Mais caros: Jurerê Internacional (R$ 9.340/m²), Jurerê (R$ 8.464/m²), Agronômica (R$ 8.231/m²), Centro (R$ 7.744/m²) e Lagoa (R$ 7.253/m²)

Mais baratos: Ingleses (R$ 4.306/m²), Capoeiras (R$ 4.208/m²), Vargem do Bom Jesus (R$ 3.561/m²), Vargem Grande (R$ 2.775/m²) e Rio Vermelho (R$ 2.036/m²)

Recife (PE)

Mais caros: Pina (R$ 7.383/m²), Jaqueira (R$ 7.032/m²), Poço (R$ 6.877/m²), Rosarinho (R$ 6.511/m²) e Boa Viagem (R$ 6.366/m²)

Mais baratos: Iputinga (R$ 4.148/m²), Cordeiro (R$ 4.019/m²), Derby (R$ 3.940/m²), Engenho do Meio (R$ 3.937/m²) e Tejipió (R$ 3.484/m²)

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Fortaleza (CE)

Mais caros: Meireles (R$ 7.611/m²), Mucuripe (R$ 7.097/m²), Guararapes (R$ 7.010/m²), Salinas (R$ 6.950/m²) e Praia de Iracema (R$ 6.779/m²)

Mais baratos: Parreão (R$ 2.975/m²), Prefeito José Walter (R$ 2.897/m²), José de Alencar (R$ 2.693/m²), Jangurussu (R$ 2.405/m²) e Bela Vista (R$ 2.266/m²)

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