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Índice calculado pelo Banco Central mostra que a atividade econômica no Brasil cresceu 047% em agosto; alta é a terceira consecutiva em 2018. Veja

Nível de atividade da economia brasileira cresceu 047% em agosto
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Nível de atividade da economia brasileira cresceu 047% em agosto


O nível de atividade da economia brasileira cresceu em agosto, de acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC – Br), divulgado nesta quarta-feira (17) pelo Banco Central (BC). É a terceira vez consecutiva que os números registram alta.

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Segundo dados do BC, a expansão na economia brasileira foi de 0,47% em agosto. Nos meses anteriores, julho e junho, o crescimento foi de 0,65% e 3,45%, respectivamente.

Em maio, o IBC-Br apresentou uma brusca queda, de 3,33%, causado pela greve dos caminhoneiros .

Se comparado com o registrado no mesmo período do ano passado, em agosto de 2017, o aumento na atividade econômica do País, de lá para cá, foi de 2,5%.

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O cenário de expansão também se repete quando o indicador mede os últimos doze meses, encerrando em agosto de 2018, em que o crescimento foi de 1,5% e neste ano, em que, até o momento, houve aumento de 1,28%

Índice de Atividade Econômica é “prévia” do crescimento da economia brasileira no ano

Crescimento da economia brasileira medido pelo Banco Central antecipa os resultados do PIB
iStock
Crescimento da economia brasileira medido pelo Banco Central antecipa os resultados do PIB


Para ser calculado, o IBC-Br reúne informações sobre os níveis de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Uma vez que serve para medir a evolução da atividade econômica, esse índice é considerado uma antecipação do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo País, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No fim de agosto, o IBGE divulgou que o PIB do Brasil cresceu 0,2% no segundo trimestre de 2018 em relação aos três primeiros meses do ano. O crescimento foi o sexto resultado positivo após oito baixas seguidas nessa comparação, mesmo com queda de 0,6% do setor de indústria. Nesse contexto, quem mais contribuiu para o crescimento foi o ramo de serviços com a alta de 0,3%.

Na última quinta-feira (11), Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou suas projeções revisadas para o PIB brasileiro . A previsão ficou em crescimento de 1,3% em 2018, 0,3 pontos percentuais a menos do que a anterior, de junho, que apontava alta de 1,6%. No dia 5, o Banco Mundial também reduziu a expectativa de crescimento da economia brasileira neste ano de 2,4% para 1,2%

*Com informações da Agência Brasil

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