Confira o calendário de pagamento do 13º salário do INSS em 2022
Agência Brasil
Confira o calendário de pagamento do 13º salário do INSS em 2022

Pelo terceiro ano consecutivo,  o governo vai antecipar o pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS (Insituto Nacional do Seguro Social). Em 2022, quem ganha um salário mínimo receberá a primeira parcela entre os dias 25 de abril e 6 de maio, e a segunda, entre 25 de maio e 7 de junho. Já quem ganha mais que o piso nacional, receberá a primeira parcela entre 2 e 6 de maio, e a segunda, entre 1º e 7 de junho.

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CONFIRA O CALENDÁRIO

O calendário segue o número final do benefício (NB), que tem 10 dígitos e aparece no seguinte formato: 999.999.99 9 -9. É preciso considerar o penúltimo algarismo.

Primeira parcela

Para quem ganha um salário mínimo (R$ 1.212 em 2022)

FINAL DO BENEFÍCIO QUANDO RECEBERÁ
1 25 de abril
2 26 de abril
3 27 de abril
4 28 de abril
5 29 de abril
6 2 de maio
7 3 de maio
8 4 de maio
9 5 de maio
0 6 de maio

Para quem ganha acima do salário mínimo (R$ 1.212 em 2022)

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FINAL DO BENEFÍCIO QUANDO RECEBERÁ
1 e 6 2 de maio
2 e 7 3 de maio
3 e 8 4 de maio
4 e 9 5 de maio
5 e 0 6 de maio

Segunda parcela

Para quem ganha um salário mínimo (R$ 1.212 em 2022)

FINAL DO BENEFÍCIO QUANDO RECEBERÁ
1 25 de maio
2 26 de maio
3 27 de maio
4 30 de maio
5 31 de maio
6 1º de junho
7 2 de junho
8 3 de junho
9 6 de junho
0 7 de junho

Para quem ganha acima do salário mínimo (R$ 1.212 em 2022)

FINAL DO BENEFÍCIO QUANDO RECEBERÁ
1 e 6 1º de junho
2 e 7 2 de junho
3 e 8 3 de junho
4 e 9 6 de junho
5 e 0 7 de junho

Saiba tudo sobre a antecipação do 13º do INSS e do saque do FGTS

O pagamento do abono normalmente é feito nos meses de agosto e novembro. Mas, desde 2020, tem sido antecipado para o primeiro semestre por conta da pandemia de Covid-19 e para aquecer a economia.

Têm direito ao 13º salário do INSS quem recebe aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão. Fica de fora quem ganha BPC/Loas (Benefício de Prestação Continuada) e Renda Mensal Vitalícia.

A previsão é injetar R$ 56 bilhões na economia e beneficiar 31,5 milhões de pessoas neste ano.

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