Paulo Guedes, ministro da Economia
Washington Costa/ASCOM ME
Paulo Guedes, ministro da Economia

Após o  resultado negativo de 0,1% do PIB no terceiro trimestre de 2021 o Brasil entrou oficialmente em recessão técnica , ou seja, seis meses seguidos de recuo na economia. Mas a queda não vem de agora. Em 2014, o país era a 14ª maior economia do mundo, em sete anos, caiu para 13ª posição, de acordo com levantamento da Austin Rating, com projeções do PIB (Produto Interno Bruto). 

Segundo o ranking, o Brasil termina este ano com US$ 1,595 trilhão produzido entre bens e serviços, pouco acima do US$ 1,445 trilhão de 2020, mas abaixo do US$ 1,878 trilhão de 2019, antes da pandemia de Covid-19.

Em 2022 a projeção melhora e o Brasil deve voltar à 12ª posição, ultrapassando a Austrália (que nos ultrapassou em 2021). 

O Brasil esteve melhor colocado durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2011, com US$ 2,604 trilhões produzidos. O seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, levou o país da 14ª posição em 2003, para a sétima, em 2010. 

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) revisou as previsões de crescimento da economia brasileira . As estimativas para o PIB caíram de 2,3% em 2022, no relatório divulgado em setembro, para 1,4%, no documento divulgado nesta quarta. Para 2021, também houve revisão para baixo, de 5,2% para 5%.


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