Paulo Guedes
Edu Andrade / ME
Paulo Guedes

Em evento sobre governança de estatais, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira que propôs ao presidente Jair Bolsonaro a criação do “Ministério do Patrimônio da União” para gerir estatais, imóveis e recebíveis do país.

"Eu já falei com o presidente e estou propondo. Para o novo governo, tem que existir o Ministério do Patrimônio da União, ele tem R$ 2 trilhões, R$ 3 trilhões, fora os R$2 trilhões de recebíveis. O Estado tem R$ 4 trilhões, R$ 1 trilhão em imóveis, R$ 1 trilhão em estatais, R$ 2 trilhões em recebíveis, uma fortuna incalculável e o povo pobre miserável", disse o ministro.

Guedes defendeu que parte desses valores fossem direcionados a um fundo de erradicação da pobreza, uma ideia antiga do ministro. O governo já avaliou abastecer esse fundo com venda de estatais e dividendos de empresas.

"Tem um negócio chamado fundo de erradicação da pobreza, sem dinheiro, sem gasolina. Enche o tanque do fundo, vende alguns ativos aqui e enche o tanque do fundo", afirmou.

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Antes de Bolsonaro assumir a presidência, a gestão desses valores era uma das funções do Ministério do Planejamento, que foi extinto quando Guedes uniu o controle de várias pastas sob o Ministério da Economia.

Atualmente, existe a Secretaria de Patrimônio da União, sob o guarda-chuva do Ministério da Economia, que administra os bens da União, além de controlar e fiscalizar o uso dos imóveis.


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