Homem negro foi obrigado por seguranças a tirar a roupa para provar que não roubou
Fernanda Capelli
Homem negro foi obrigado por seguranças a tirar a roupa para provar que não roubou

No dia em que um homem negro de 56 anos foi acusado por seguranças do supermercado Assaí Atacadista , no centro de em Limeira (SP), de ter furtado produtos do estabelecimento, e precisou tirar a roupa toda na frente dos seguranças para provar sua inocência, as ações da rede subiram 3,46%. 

As autoridades investigam se houve racismo ou injúria racial. A rede afirma que abriu investigação interna e vai apurar o caso. Além disso, informou que o funcionário que teria sido o responsável pela abordagem foi demitido.

Nas redes sociais, internautas lembraram de casos semelhantes como o do João Alberto Silveira Freitas, o Beto , assassinado por seguranças no estacionamento do Carrefour, em Porto Alegre. Desde a data da morte, em 20 de novembro de 2020, as ações do Carrefour caíram 6,6%.

Nota do Assai

“A companhia recebeu com indignação as imagens dos vídeos e se solidariza totalmente com o cliente. (…) A companhia também entrou em contato com a família do cliente, tão logo soube do ocorrido, se desculpando e se colocando à disposição para qualquer necessidade que ele tenha. Outras providências necessárias serão tomadas tão logo a investigação estiver encerrada. O caso deixa a companhia certa de que precisa reforçar ainda mais os processos com a loja em questão e todas as demais”. 


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