Brasil Econômico

Da esquerda para direita: o presidente do Senado, ROdrigo Pacheco (DEM - MG); o Presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido); e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP - AL)
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Da esquerda para direita: o presidente do Senado, ROdrigo Pacheco (DEM - MG); o Presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido); e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP - AL)


Nesta segunda-feira (8), o presidente  Jair Bolsonaro (sem partido) admitiu a crise econômica e cobrou apoio do Senado e da Câmara dos Deputados. 

"Vivemos, sim, uma crise. Nós temos problemas, mas é difícil tentar resolver sozinho, não contar com um braço amigo", declarou. 

"Juntos, podemos dar esperança ao povo, que merece um Brasil melhor. Estamos vivendo uma pandemia, que deu uma desajustada na economia. Temos dois problemas pela frente: o vírus e o desemprego. A vida e a economia têm que andar juntos", disse Bolsonaro ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP - AL) e ao presidente do Senado,  Rodrigo Pacheco (DEM - MG), que estavam na platéia do evento no Palácio do Planalto. 

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Bolsonaro também elogiou os parlamentares: "Desejo sorte e felicidades ao Rodrigo Pacheco. Que baixe logo aquele ânimo de resolver as coisas. Também quero parabenizar o Arthur Lira e cumprimentá-lo pelas notícias que estou recebendo de que ele está trabalhando numa pauta que pode destravar o Brasil", em referência às  reformas administrativas e tributárias

"Juntos, vamos trabalhar como se fôssemos um só Poder", destacou Bolsonaro. "O que os senhores fazem lá eu chancelo aqui. O que eu proponho aos senhores, vocês aprovam ou aperfeiçoam. Nós, juntos, vamos traduzir nosso trabalho em felicidade para a população".


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Rodrigo Maia
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Rodrigo Maia



A nova declaração pode ser lida como uma alfinetada no ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia . Visto que está nos poderes do presidente da Câmara dos Deputados decidir ou não o que será votado pelo Congresso, Maia se tornou desafeto de Bolsonaro ao não pautar temas que foram campanha eleitoral do presidente, como a “pauta dos costumes”.

Além de opositor declarado de Bolsonaro, Maia também trabalhou durante sua gestão para atrasar outras propostas do presidente, como as reformas. 

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