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Floriano Peixoto citou a trajetória histórica dos Correios no País e exaltou a importância de a empresa atuar em todos os municípios brasileiros. Confira

Anúncio de mudança na secretaria-geral da presidência, com bolsonaro, floriano peixoto e novo ministro
Marcos Corrêa/PR - 21.06.2019
Floriano Peixoto (à direita), novo presidente dos Correios, falou em "resgatar a credibilidade" da empresa

O novo presidente dos Correios, general Floriano Peixoto Vieira Neto, assume o comando da estatal apontando como foco da sua gestão o fortalecimento da instituição. Ele foi anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (21), substituindo o tambpem general Juarez Cunha, nomeado no início do ano.

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“Minha missão é resgatar a credibilidade e fortalecer o desenvolvimento financeiro da instituição, que tem quase a idade de vida do Brasil, criada em 1663. A empresa tem capilaridade enorme, com 120 mil funcionários. Somente estes dados me trazem motivação”, afirmou, em entrevista após a oficialização feita por Bolsonaro.

Peixoto destacou a importância da empresa pelo seu tamanho e pelo fato de estar presente em todos os municípios do país. Frente a perguntas de jornalistas sobre uma possível privatização, reafirmou que sua prioridade é o resgate da estatal e que a decisão sobre este tema ficará para Bolsonaro .

Secretaria-Geral

O general ocupava até então a Secretaria-Geral da Presidência da República. Em seu lugar, foi nomeado o advogado e major da Polícia Militar do Distrito Federal Jorge Antônio de Oliveira Francisco, que ocupava a Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. A área passará a integrar a Secretaria-Geral.

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“Numa reavaliação o presidente entendeu a Casa Civil como coordenação do governo para dentro, a Secretaria de Governo como coordenação do governo para fora e a secretaria-geral como órgão de gestão e que trata da parte de compliance. A subchefia jurídica, que não interfere no mérito, deslocou-se para a Secretaria-Geral”, explicou o novo presidente dos Correios .