Brasil Econômico

Greve de funcionários da Avianca
Aloisio Mauricio/Fotoarena/Agência O Globo
Na última sexta-feira (17), tripulantes da Avianca fizeram greve nos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont


A paralisação de funcionários da Avianca Brasil programada para às 6h desta segunda-feira (20) foi suspensa até a realização de uma reunião, ainda hoje, na sede do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), em São Paulo. O encontro entre tripulantes e membros do sindicato vai definir o rumo do movimento grevista.

Na última sexta-feira (17), cerca de 200 funcionários da Avianca fizeram uma manifestação no saguão do aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e outros 20 estavam no aeroporto de Santos Dumont, no Rio de Janeiro. 

Entre as reivindicações dos manifestantes estão o pagamento do salário de maio, atrasado desde o dia 7, além das diárias recebidas pela tripulação em serviço e o devido pagamento das rescisões aos demitidos.

Na própria sexta-feira, a  companhia aérea divulgou uma nota em que diz que “por ora, não será possível a regularização do pagamento dos salários e outros benefícios”. 

Em r ecuperação judicial desde dezembro, a Avianca dispensou aproximadamente 900 tripulantes na semana passada . É cerca de 60% do total do quadro de funcionários , de acordo com o sindicato. Dos 900 demitidos, 200 eram comandantes e copilotos.

Nova companhia no Brasil

Ao mesmo tempo em que a Avianca Brasil mingua em meio a dívidas e cancelamentos de voos, outras companhias aéreas estrangeiras colocam em pé planos de entrada no mercado brasileiro.

É o caso da espanhola Air Europa , controlada pelo grupo Globalia, que tem participações em hotéis e agências de viagem. Segundo anunciou no sábado o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o grupo espanholvai fundar uma nova empresa de aviação no Brasil.

A aérea já tem voos de São Paulo, Salvador e Fortaleza a Madri e já divulgou a intenção de operar no aeroporto do Galeão. De acordo com fontes a par da competição entre as aéreas, a Globalia apresentou recentemente à Junta Comercial de São Paulo um pedido para funcionar como uma empresa brasileira.




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