Empregos na Amazon
Divulgação/Amazon
Empregos na Amazon

A Amazon anunciou nesta quinta-feira (8) uma nova rodada de demissões que afeta funcionários nos Estados Unido s, na Índia e no Reino Unido. Os cortes acontecem justamente durante um dos períodos mais movimentados para eles, o Prime Big Deal Days. 

De acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto, menos de 1.000 funcionários de áreas administrativas foram desligados nesta nova rodada. A informação foi divulgada anteriormente pelo Business Insider.

Funcionários afetados compartilharam mensagens em canais internos da Amazon após receberem os avisos de demissão. Entre as equipes que mais foram atingidas estão setores de atendimento ao cliente e serviços destinados a vendedores parceiros da plataforma.

Em nota, um porta-voz da Amazon explicou que a empresa está reorganizando algumas áreas para atender melhor às suas prioridades.

Fizemos ajustes em algumas áreas do nosso negócio de Lojas porque acreditamos que essa estrutura nos permitirá atender melhor às nossas prioridades. Porta-voz da Amazon


Cortes fazem parte de uma reestruturação

Essa não é a primeira vez que isso acontece na Amazon, os novos desligamentos acontecem depois de uma grande rodada de demissões que começou no ano passado e terminou em janeiro deste ano, com cerca de 3 0 mil empregos eliminados.

Durante uma entrevista à Fox News exibida nesta quarta-feira (08), Jeff Bezos, fundador e presidente executivo da Amazon, comentou os cortes anteriores.

Conforme o Bezos, a empresa acabou contratando funcionários além do necessário durante a pandemia de Covid-19. Aquele período, com milhões de pessoas em casa, as compras pela internet cresceram rapidamente e a Amazon precisou aumentar sua equipe para atender à demanda.

As pessoas estavam ficando em casa e fazendo pedidos, e foi um período incrivelmente estressante para nós. Jeff Bezos, fundador e presidente executivo da Amazon

E como ficam as operações no Brasil?

Apesar dos novos cortes em algumas áreas, a Amazon continua investindo no Brasil.

A empresa mantém seus planos de expansão da estrutura logística no país, incluindo centros de distribuição e pontos de retirada de pedidos. Até o momento, não tem indicios de que a companhia pretenda deixar o mercado brasileiro.

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