Dólar renovou valor nominal após bater recorde nesta quinta (28)
Vladimir Solomianyi/Unsplash
Dólar renovou valor nominal após bater recorde nesta quinta (28)

O dólar voltou a operar em queda nesta terça-feira (30) no Brasil, mantendo a tendência de enfraquecimento observada ao longo de 2025, registrando o pior resultado em 9 anos. O dólar comercial abriu o dia com baixa e por volta das 10h05 caiu cerca de 1% ante o real, cotado perto de R$ 5,52, em um movimento típico de ajuste de mercado no fim do ano, segundo dados do Investing.com.

A movimentação foi influenciada por ajustes dos agentes financeiros, pela divulgação de dados de emprego nos Estados Unidos e pela expectativa em torno da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed).

Desempenho acumulado no ano

Além da queda registrada hoje, o dólar vem se enfraquecendo ao longo de 2025.  Aa moeda acumulou queda de valor desde o início do ano, mostrando um desempenho negativo em relação a outras moedas importantes.

Índice global mostra enfraquecimento da moeda

A queda do dólar no Brasil está alinhada com um desempenho mais fraco da moeda no cenário global. O chamado índice do dólar, que mede a força da moeda americana frente a outras moedas importantes como o euro, o iene e a libra, acumulou desempenho negativo em 2025, indicando que o dólar perdeu valor em relação a outras moedas ao redor do mundo.

Esse resultado não significa que a moeda atingiu o menor valor da história, mas sim que ela perdeu parte de seu valor em comparação com o início do ano.

Fatores que influenciam a moeda

O movimento de queda do dólar tem sido i nfluenciado por vários fatores, tanto externos quanto internos:

Expectativa de cortes de juros nos EUA

A perspectiva de que o Federal Reserve (Fed) pode reduzir os juros tende a diminuir a atratividade de ativos denominados em dólar.

Fortalecimento de outras moedas fortes

Moedas como o euro e a libra ganharam valor frente ao dólar ao longo de 2025.

Valorização de moedas emergentes

Moedas como o real brasileiro se beneficiaram de juros domésticos ainda atrativos e condições econômicas mais estáveis.


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