Fábio Faria, ministro das Comunicações
Alan Santos/ PR
Fábio Faria, ministro das Comunicações

Ao criticar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Comunicações, Fábio Faria, disse que o petista elevaria o auxílio emergencial para R$ 1.000, citando suposta falta de responsabilidade fiscal e descontrole inflacionário. 

Para Faria, o presidente Jair Bolsonaro (PL) teve preocupação com a alta do dólar e da inflação ao conceder o benefício. 

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"Acredito que, se Lula fosse presidente, ele ia ‘fazer’ R$ 1.000. Não tenho dúvida, na minha opinião. Por quê? Ele não estava se preocupando se o dólar ia para R$ 10, R$ 12 nem se a inflação iria aumentar. Ele pegaria um eleitor sempre mais à esquerda. O presidente [Bolsonaro] foi contra isso", disse em entrevista ao Poder360. 

O auxílio emergencial foi pago durante a pandemia de Covid-19 com valor de R$ 600 inicialmente, e depois foi reduzido para valores entre R$ 350 e R$ 175.

Em seguida o governo criou o Auxílio Brasil, no valor de R$ 400, para tirar a marca petista do Bolsa Família.  


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