Antônio Galvan, presidente da Aprosoja Brasil, criticou sanções impostas à Rússia
Divulgação/Aprosoja
Antônio Galvan, presidente da Aprosoja Brasil, criticou sanções impostas à Rússia

O presidente da  Aprosoja (Associação Brasileira dos Produtores de Soja), Antonio Galvan, criticou os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) nesta quarta-feira (9) por sanções impostas à Rússia após invasão da Ucrânia, 15 dias atrás. 

“Os verdadeiros criminosos são os países da Otan”, afirmou Galvan, questionado pela coluna do Guilherme Amado, do Metrópoles, sobre os efeitos no setor agrícola da guerra entre Rússia e Ucrânia.

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Segundo Galvan, as limitações econômicas dificultam o acesso do Brasil à fertilizantes. O Brasil importa 85% do fertilizante usado nas lavouras do país. A Rússia responde por cerca de 30% do suprimento ao país. A Belarus, nação aliada de Vladimir Putin, por cerca de 20%.

A associação que Galvan comanda reúne os produtores de soja dos 16 estados que mais produzem o grão no Brasil.

O Brasil tem estoque de nitrogenados para a próxima safra, mas se o conflito perdurar pode afetar o fornecimento do insumo para a produção da associação.

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“O resto do mundo vai padecer com isso. É uma palhaçada de quem está trancando”, avaliou, acrescentando que produtos ligados ao fornecimento de alimentos não deveriam sofrer sanções. 

No ano passado, Antonio Galvan foi alvo do STF, suspeito de fazer ataques à democracia e ter financiado atos golpistas no 7 de Setembro.



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