Pedro Sánchez, primeiro-ministro espanhol, liderou conversas com empresários e sindicatos
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Pedro Sánchez, primeiro-ministro espanhol, liderou conversas com empresários e sindicatos

A Espanha anunciou nesta terça-feira (4) a revogação da reforma trabalhista aprovada em 2012, após o aumento da taxa de desemprego no país. A proposta foi usada como referência para a reforma realizada no Brasil em 2017.

Na época, o parlamento espanhol pretendia reduzir a burocracia trabalhista e baratear contratações. O objetivo do governo era aumentar o número de contratações, mas oferecendo um salário reduzido.

A medida também objetivo de reduzir as contratações temporárias e estimular as com prazo indeterminado para dar mais segurança ao funcionário. Outro ponto que a proposta prevê é o aumento salarial para os trabalhadores.

Atualmente, a taxa de desemprego atingiu 14,5% na Espanha, uma das altas da União Europeia. O país também se comprometeu com a Zona do Euro a melhorar os índices trabalhistas.

Fizeram parte das negociações, além do primeiro-ministro Pedro Sánchez, empresas, sindicatos e partidos, como o Partido Socialista Espanhol (Psoe). A proposta, no entanto, ainda deverá passar por análise do parlamento.

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