A ideia é unir a petição da categoria de banir a proposta legislativa que substitui frentistas por bombas automáticas.
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
A ideia é unir a petição da categoria de banir a proposta legislativa que substitui frentistas por bombas automáticas.

A greve dos caminhoneiros , marcada para começar nesta segunda-feira (1º), deve contar com o apoio dos funcionários de postos de combustíveis. Frentistas, orientados pelo sindicato, já começam a organizar ações de acolhimento aos motoristas, informa a Folha de São Paulo. 

Eusébio Neto, presidente da Fenepospetro (Federação Nacional dos Empregados em Postos de Combustíveis e Derivados de Petróleo), confirma e diz que planeja enviar as mesmas recomendações aos sindicatos filiados à entidade.

"Apoiamos a iniciativa porque ela é justa. A luta dos caminhoneiros vai de encontro a um anseio de toda a sociedade, incide sobre todo o consumo e encarece a vida de todo mundo. Vamos dar todo o apoio do ponto de vista de estrutura", diz ele à Folha. 

Um comunicado foi enviado nesta quinta-feira (28) aos motoristas autônomos, assinado por CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP-Conlutas e outras entidades. O texto alega que a pauta dos caminhoneiros é de interesse de todos.

A ideia é unir a petição da categoria de banir a proposta legislativa que substitui frentistas por bombas automáticas.

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