Caciques partidários buscaram substituto na semana passada, mas sem sucesso
Washington Costa/ASCOM ME
Caciques partidários buscaram substituto na semana passada, mas sem sucesso

Líderes do Centrão e integrantes do mercado financeiro defendem a permanência do ministro da Economia, Paulo Guedes, por faltar um "plano B", informa a Folha de São Paulo. Durante a viagem do ministro aos Estado Unidos, caciques partidários sondaram outros nomes, mas sem sucesso.

Os principais foram André Esteves e Mansueto Almeida, ambos do BTG Pactual. Guedes chegou a mencionar a sugestão feita ao presidente Jair Bolsonaro durante coletiva para informar sua permanência no cargo. 

O Centrão vê em Guedes a encarnação do desastre econômico liderado por Jair Bolsonaro e uma possível troca arejaria os ares do governo. Além disso, apesar da queda de braço do  Auxílio Brasil de R$ 400 ter sido vencida pela "ala política", Guedes ainda é visto como uma pedra no sapato para os atentos às urnas em 2022.

O grupo político quer alguém que tranquilize o mercado e, em simultâneo, tenha interlocução com o Congresso, dois atributos que Guedes já teria perdido na avaliação dos parlamentares, informa Andreia Sadi.

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A aposta é que os dois grupos continuarão a se criticar e um buscará enfraquecer o outro. Bolsonaro, no entanto, garantiu que Guedes só sai do governo ao seu lado .

Outros nomes ventilados foram o do presidente da Caixa, Pedro Guimarães e do Banco Central, Roberto Campos Neto, que recusou qualquer possibilidade de trocar de cargo.



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