Hugo Motta, deputado relator da PEC dos Precatórios, acredita em aprovação de seu parecer após negociações
Reprodução: iG Minas Gerais
Hugo Motta, deputado relator da PEC dos Precatórios, acredita em aprovação de seu parecer após negociações

A Comissão Especial da PEC dos Precatórios (Proposta de Emenda à Constituição 23/21) reúne-se nesta terça-feira (19) para votar o parecer do relator,  deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). A votação está marcada para as 14 horas, mas o local ainda não foi definido.

O parecer foi apresentado no último dia 7, mas um pedido de vista adiou a votação. O substitutivo de Motta altera o texto original do governo para conciliar o pagamento dos precatórios, de forma a não inviabilizar ações governamentais, com os interesses de quem tem dinheiro a receber.

O relator retira da PEC a proposta inicial de parcelamento em dez anos dos precatórios de valores muito altos. “Não concordamos com isso. Queremos que se deem soluções, para que não se gere estoque, mas que estados, municípios, empresas e pessoas não sejam prejudicados”, ressaltou o deputado ao apresentar o parecer.

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Thiago Fagundes/Agência Câmara
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Em vez do parcelamento, Hugo Motta sugere um teto para o pagamento de precatórios, obedecendo o crescimento do País ano após ano e priorizando os pequenos credores, que são em maior número.

Pela correção proposta, vinculada a valores de 2016, quando foi criado o teto de gastos do governo, o limite para os precatórios será de aproximadamente R$ 40 bilhões em 2022, quando o Executivo previa que os valores totais dos precatórios somariam cerca de R$ 89 bilhões.

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