Mão é um monumento com sete metros de altura criado por Oscar Niemeyer e localizado no Memorial da América Latina, do qual ele é um dos principais símbolos. A obra remete ao sangue dos mártires latino-americanos que perderam sua vida em prol da liberdade no continente.
Reprodução: ACidade ON
Mão é um monumento com sete metros de altura criado por Oscar Niemeyer e localizado no Memorial da América Latina, do qual ele é um dos principais símbolos. A obra remete ao sangue dos mártires latino-americanos que perderam sua vida em prol da liberdade no continente.


A região da América Latina vai recuperar o nível de renda per capita que tinha antes da pandemia somente em 2024, disse o Fundo Monetário Internacional ( FMI ) nesta quinta-feira (15). A organização também alertou que a recente onda da covid-19 mancha "as perspectivas de curto prazo" na região.

"A renda per capita não voltará ao nível anterior à pandemia até 2024, o que causará perdas acumuladas de 30% em relação à tendência pré-pandêmica", apontou Alejandro Werner, diretor para as Américas do FMI.

Em seu relatório "World Economic Outlook" (WEO) publicado neste mês, o FMI projetou crescimento do PIB da região em 4,6% este ano, ainda abaixo da média global, de 6%.

"O recente surto do vírus no Brasil , Chile, Paraguai, Peru e Uruguai, somado à lentidão na distribuição de vacinas (exceto no Chile), prejudica as perspectivas de curto prazo", alerta o fundo.

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A entidade ressaltou que a contração de 7% que a região sofreu em 2020 foi a mais severa do mundo, superando em muito a média mundial, que foi de -3,3%. Para os economistas do órgão, a projeção de crescimento para este ano está abaixo das projeções para os mercados emergentes.

O Brasil – que este ano deve crescer 3,7% – recuperará o nível do PIB de 2019 em 2022; O México, com uma previsão de expansão de 5%, retornará ao nível pré-pandêmico em 2023, já que "não há apoio fiscal sólido e espera-se que o investimento fraco continue".

O Chile se destaca da região, e crescerá 6,2%. O programa de vacinação chileno é um dos mais avançados do mundo.

"No Chile, a rapidez da vacinação e as importantes políticas de apoio constituem um reforço no curto prazo. O país deve atingir o patamar do PIB anterior à pandemia este ano", afirmaram os economistas.

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