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Ricardo Eletro loja
Futura Press
Ricardo Eletro fechou todas suas lojas físicas no país

Nesta semana, a Ricardo Eletro apresentou um plano de pagamentos para a 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo . Segundo o calendário, os ex-funcionários da empresa devem receber os seus créditos trabalhistas em, pelo menos, um ano. Atualmente em processo de recuperação judicial, a companhia fechou todas suas lojas físicas no Brasil em meio a pandemia de COVID-19. 

Somente no estado de Minas Gerais , durante o mês de agosto, foram demitidos 760 empregados. Em setembro, a Ricardo Eletro anunciou a liberação R$ 28,8 milhões para pagar os trabalhadores que perderam seus empregos.

Entretanto, não são apenas os ex-funcionários da empresa que deverão esperar para receber os créditos, já que microempresas e as empresas de pequeno porte também têm direito a esse pagamento de até R$ 1.500 e receberão o valor em até dois anos.

O que diz a empresa

De acordo com a Ricardo Eletro, a pandemia do coronavírus dificultou muito a retomada econômica planejada pela empresa, que acumula uma dívida de R$ 4 bilhões .

“Desde janeiro deste ano, a companhia passou a enfrentar dificuldades no recebimento de produtos chineses destinados à renovação de estoques , devido à paralisação de fornecedores. Em seguida, houve um estrangulamento de caixa provocado pelas necessárias medidas de distanciamento social também no Brasil”, afirma a empresa. 

Para tentar suprir a falta das lojas físicas que foram fechadas, a companhia começou a recrutar representantes independentes. Estes já são mais de 2.000 no Brasil e são responsável pela venda de produtos e serviços da empresa.


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