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Tema foi retomado pela deputada Joice Hasselmann (PSL) nas redes sociais; seguidores criticaram a proposta e a falta de senso de prioridade do governo

tomada de três pinos
Fotos: Marcos Santos/USP Imagens e Agência O Globo
No Twitter, Joice Hasselmann (PSL) questionou aos seguidores se concordam com o fim da tomada de três pinos

Em meio a crises envolvendo o vazamento de conversas entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o procurador Deltan Dallagnol, além do  pedido de demissão de Joaquim Levy do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o fim da polêmica tomada de três pinos voltou à pauta do governo. O tema foi retomado na noite de domingo (16) pela líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL), nas redes sociais.

No Twitter, a deputada federal publicou uma enquete em que questiona aos seguidores se concordam com o fim da tomada de três pinos . Até a publicação desta matéria, a enquete contabilizava mais de 44 mil votos, sendo 59% a favor da volta do antigo padrão e 41% contra a nova mudança.

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Hasselmann também compartilhou uma foto em sua página oficial no Facebook em que confirma as pretensões do governo de acabar com o padrão de tomadas atual. "Padrão obrigatório desde 2011, a tomada de três pinos é considerada uma 'excrescência' e, segundo o secretário especial de Produtividade, afeta a concorrência e a produtividade", escreveu a deputada.




Em ambas as redes sociais, muitos seguidores criticaram a proposta. Alguns questionaram o senso de prioridade do governo, que deveria se preocupar com temas "mais importantes", e outros saíram em defesa da tomada de três pinos. "Sou eletricista, vou te explicar com toda convicção. Esse sistema de tomadas garante máxima segurança e perfeito acoplamento", respondeu um internauta.











Assunto retomado

O fim das tomadas de três pinos já havia sido discutido por Filipe Martins, assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais. No início de abril, logo após o anúncio de que o governo não adotaria o horário de verão em 2019 , Martins usou sua página no Twitter para defender o fim do padrão atual, das urnas eletrônicas inauditáveis e do acordo ortográfico.