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Dado que é divulgado oficialmente pelo Ministério do Trabalho ainda não foi publicado; em julho, número de vagas formais abertas havia sido de 47,3 mil

Caso a abertura de empregos formais seja mantida até o fim do ano, a sequência de três anos de queda será interrompida
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Caso a abertura de empregos formais seja mantida até o fim do ano, a sequência de três anos de queda será interrompida

O presidente Michel Temer antecipou, nessa quinta-feira (20), pelo Twitter, que o Brasil criou mais de 100 mil empregos formais no mês de agosto. O dado é calculado mensalmente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

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“Fui informado que o País criou mais de 100 mil empregos com carteira assinada em agosto. Isto é a prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação”, declarou Temer no Twitter sobre o balanço de empregos formais .

O Caged de agosto ainda não foi divulgado oficialmente pelo Ministério do Trabalho, mas a expectativa é que a pasta divulgue os resultados sobre o mercado de trabalho até o fim desta sexta-feira (21).

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Em julho, o País criou 47,3 mil empregos formais

Caged aponta que, entre 2015 e 2017, mais de 2,88 milhões de empregos formais foram fechados
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Caged aponta que, entre 2015 e 2017, mais de 2,88 milhões de empregos formais foram fechados

Na pesquisa publicada oficialmente pelo Ministério do Trabalho, o Brasil gerou 47.319 empregos registrados no mês de julho. O resultado é o melhor para o período desde 2012, quando 142.496 vagas formais foram abertas.

Em linhas gerais, os dados sobre  emprego com carteira assinada  demonstram que o número de contratações superaram o de demissões. No período analisado, foram registradas 1.219.187 admissões e 1.171.868 desligamentos.

Nessa ocasião, seis dos oito setores da economia abriram postos de trabalho com carteira assinada. Com 17.455, 14.548 e 10.063 vagas, a agricultura, o setor de serviços e a construção civil, respectivamente, foram os maiores responsáveis pelo resultado positivo do período.

A indústria de transformação, o setor de serviços industriais de utilidade pública e a extrativa mineral, por sua vez, criaram 4.993, 1.335 e 702 empregos com carteira assinada em julho. O destaque negativo ficou para a administração pública e o comércio, que registraram saldo de -1.528 e -249 postos de trabalho, nesta ordem.

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No acumulado de janeiro a julho de 2018, o Caged registrou a abertura de 448,2 mil novos postos. Caso a tendência dos resultados mensais seja mantida até o fim do ano, o Brasil terá interrompido uma sequência de três anos de queda.

Para se ter uma ideia, em 2017, o País fechou 20.832 empregos formais . Entre 2015 e 2017, o número de vagas encerradas foi de 2,88 milhões.

* Com informações da Agência Brasil.

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