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Estimativa de deficit público de 2018 cai, mas de 2019 aumenta

A previsão para o deficit público foi reduzido de R$ 148,171 bilhões para R$ 141,038 bilhões, conforme aponta a pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações do mercado financeiro.

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A estimativa do  deficit público  primário, elaborado pelas instituições financeiras, diz respeito ao Governo Central, composto pelo Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, e segue abaixo da meta de deficit perseguida pelo governo, de R$ 159 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com grupos.

O motivo pela alteração na projeção ocorreu porque o mercado financeiro prevê menos  despesas públicas  para este ano, uma vez que a estimativa passou de R$ 1,367 trilhão para R$ 1,364 trilhão. Além disso, a mudança aconteceu porque é esperado um aumento nas receitas líquidas públicas de R$ 1,220 trilhão para R$ 1,224 trilhão.

Deficit público para o ano que vem

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Além do aumento do deficit público para 2019, mercado também eleva projeção de gastos

Em relação a 2019, a estimativa para o resultado negativo das contas públicas cresceu, uma vez que passou de R$ 123,808 bilhões a R$ 123,288 bilhões, previstos pelo governo.

Além disso, para o ano que vem, a previsão de receita líquida das instituições financeiras do Governo Central é de R$ 1,306 trilhão, e não mais de R$ 1,304 trilhão, como foi calculado no mês passado.

Seguindo o aumento da expectativa sobre a receita do Governo Central, a projeção da despesa pública para 2019 também aumentou, passando de R$ 1,424 trilhão, previsto em agosto, para R$ 1,423 trilhão.

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Além da projeção do  deficit público , a pesquisa também apresenta a projeção para a  dívida pública  bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, deve ficar em 76,1% do  Produto Interno Bruto (PIB), neste ano. A previsão anterior era 0.1 ponto percentual inferior, de 76% do PIB. Para 2019, porém, a estimativa apresentou uma variação mais considerável já que ficou em 78,12% do PIB, ante 78,09% previstos no mês passado.

*Com informações da Agência Brasil

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