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Caso o indicador confirme a nova retração na economia, será o pior resultado do PIB desde 1990, informou nesta quinta-feira (15) o Banco Central

Prévia do PIB aponta retração de 3,55%, indicador esse dessazonalizado
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Prévia do PIB aponta retração de 3,55%, indicador esse dessazonalizado


Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Banco Central a economia brasileira teve em 2016 mais um ano de retração em seu desempenho.  A prévia do Produto Interno Bruto (PIB) medida pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) apontou queda de 4,55% (dado com ajuste sazonal) no ano passado e se o resultado se confirmar, esse será o pior resultado do indicador econômico desde 1990.

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O resultado oficial do PIB só será divulgado em março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística. Em 2015 a economia brasileira teve queda de 3,8% e em 2014 um crescimento mínimo de 0,5%. 

A prévia para o Produto Interno Bruto medido pelo BC veio com expectativa de queda maior que a projetada pelo mercado financeiro. Economistas veem falando de queda de 3,5%, já o Banco Central fala em tombo de 3,4% no período.

No último trimestre do ano, comparado ao mesmo período de 2015, houve retração de 3,13%. Também houve queda na comparação entre o quarto e o terceiro trimestre de 2016: -0,36%.

Por mais que 2016 venha com mais um resultado negativo para o crescimento do País, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tem afirmado que a recuperação do desempenho econômica se dará ainda neste primeiro trimestre e que no quarto trimestre, o País apresentará crescimento de 2%.

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Outras previsões

Também divulgado nesta quinta-feira (16) o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, que estima o crescimento mensal, teve queda de 0,4% no mês de dezembro. Com a queda, a entidade estima que a econômica do Paí8s feche 2016 com retração de 3,6%, resultado próximo ao de 2015.

Se a previsão do PIB se confirmar, o Serasa aponta que esse será o pior resultado do indicador desde 2010.  As explicações para mais essa queda segundo os economistas da entidade são: “turbulência política com a culminação do processo de impeachment, deterioração do quadro fiscal, quebra de safra por fatores climáticos, juros altos que se fizeram necessários para se desinflacionar a economia, níveis ainda deprimidos dos níveis de confiança de empresários e consumidores, foram elementos que pesaram negativamente sobre a atividade econômica no ano passado”, informou em nota.

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