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Medidas como o teto para os gastos públicos, a reforma do ensino médio e a retomada da abertura de vagas de emprego foram defendidas por Temer

Brasil Econômico

Segundo Temer, seu governo fez o que o Brasil precisava para voltar ao rumo do desenvolvimento
Marcos Corrêa/PR - 1.2.18
Segundo Temer, seu governo fez o que o Brasil precisava para voltar ao rumo do desenvolvimento

O presidente Michel Temer voltou a apontar nesta quinta-feira (1º) que as ações de seu governo fizeram o Brasil retomar o rumo do desenvolvimento. Em evento realizado pela Caixa Econômica Federal, em Brasília, ele defendeu medidas como o teto para os gastos públicos, a reforma do ensino médio e a retomada da abertura de vagas de emprego.

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"Este governo, de um ano e oito meses, fez o que o Brasil precisava", disse Temer, que destacou a liberação de R$ 44 bilhões na economia por conta dos saques das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Segundo ele, o pagamento de contas do PIS/Pasep deverá liberar mais R$ 1,6 bilhão.

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O presidente lembrou da participação da Caixa para a execução do programa Minha Casa, Minha Vida, que segundo ele, deve contratar este ano cerca de 700 mil unidades, e de projetos de modernização da infraestrutura do país e de atração de investimentos.

Durante o evento, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também exaltou a melhora na governança e a parceria do banco com o governo. "A Caixa trabalha na mesma direção com que estamos trabalhando no país, com programas de ganho de eficiência, dimensionamento da rede, com automação e melhoria nos processos”, disse.

Suspeitas de corrupção na Caixa

Em janeiro, o presidente afastou 4 dos 12 vice-presidentes da Caixa Econômica Federal por suspeita de envolvimento em práticas de corrupção investigadas pela Polícia Federal na Operação Greenfield. Dias depois, o conselho de administração do banco decidiu destituir do cargo três dos quatro suspensos.

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O único afastado por Temer e, posteriormente mantido no cargo foi José Henrique Marques da Cruz, vice de Clientes, Negócios e Transformação Digital. Segundo o conselho, a decisão levou em consideração a "ausência de elementos suficientes para configuração de sua responsabilidade" após o executivo ser acusado de vazar informações privilegiadas e negociar cargos de alto escalão no banco.

* Com informações da Agência Brasil.

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