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Com alta no preço de produtos como cadernos, lápis e canetas, principal dica é evitar comprar todos os produtos da lista em somente uma papelaria

Preço do material escolar teve aumento entre 5% e 8% em 2018, segundo levantamento da Abfiae
Toninho Tavares/Agência Brasília
Preço do material escolar teve aumento entre 5% e 8% em 2018, segundo levantamento da Abfiae

A compra do material escolar é uma das principais tarefas no início do ano para quem tem filhos, mas nem sempre é possível gastar somente o planejado antes. Na maioria dos casos, os itens relacionados a marcas com grande apelo são os preferidos pelas crianças, o que aumenta o preço total da compra. Aliado a isso, está o aumento no preço médio de muitos dos produtos usados em sala de aula.

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Segundo levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae), o preço do material escolar teve aumento médio entre 5% e 8% em 2018. Pensando nisso, a Proteste Associação de Consumidores dá algumas dicas para quem ainda não comprou os itens exigidos pelas escolas e pretende economizar.

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O primeiro passo para gastar menos é verificar  o que pode ser reaproveitados . Cadernos, lápis e canetas são alguns dos itens que podem continuar sendo usados. Em seguida, ao procurar pelos produtos restantes da lista, evite comprar tudo na primeira papelaria que você visitar por conta da variação de preço considerável que costuma existir entre as lojas. Realizar as compras em mais de uma papelaria também pode ajudar a reduzir o valor total.

Outra recomendação da Proteste é optar pelo pagamento à vista , quando possível. A medida evita que seu orçamento fique comprometido por um longo período no ano. Se não for possível, o ideal é comprar o material com parcelas menores e que caibam no seu bolso. 

Vale lembrar que alguns produtos que aparecem com frequência na lista de materiais não podem ser exigidos pelas escolas. De acordo com a Lei 12.886/2013, a instituição de ensino só pode solicitar a compra de materiais de uso individual . Assim, itens de uso coletivo, usados na área de higiene ou limpeza, por exemplo, não podem constar na lista. Outra prática abusiva é a determinação do estabelecimento em que a compra deve ser feita.

A Proteste também recomenda verificar com a escola quando os materiais solicitados na lista serão utilizados. Se for possível, procure comprar itens de acordo com a necessidade. Assim, além de reduzir o desperdício ao longo do ano, você deixa de gastar uma quantia muito alta em apenas um mês.

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Além do material escolar, outras despesas relacionadas à eduçação podem ser revistas. Uma das forma de economizar é negociar o transporte escolar. Outra alternativa é verificar se há a possibilidade de um revezamento com pais que moram próximo à sua residência. Neste caso, grupos de WhatsApp podem reunir pais que são vizinhos e ajudar todos a economizarem.

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