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"Me senti muito melhor depois de 10 minutos fazendo nada e tentando não pensar em nada", conta empreendedor

Matt Garrett é chefe executivo da TGG Accouting, nos Estados Unidos. Após ler um livro sobre o budismo , descobriu a importância da pausa na rotina exaustiva do trabalho e escreveu para o site Entrepreneur sobre o aprendizado. Leia:

Tive um dia péssimo ontem: com 22 compromissos profissionais marcados na agenda, sentia que estava condenado. A dor da minha ansiedade era como uma toalha molhada em um dia frio, sabe? Me incomodava. Com minha cabeça cheia de pensamentos, foi impossível esquecê-los e simplesmente dormir. Não poderia fazer nada sobre os meus problemas do dia seguinte, mas ainda assim ficava me perguntando sobre meus compromissos – e nenhum desses pensamentos poderia me fazer sentir mais calmo.

Dormir é importante , você terá de falar amanhã de manhã durante três horas’, ficava falando para mim mesmo enquanto tentava dormir. Estava entrando em pânico, me sentia impotente.

Um tempo depois, estava escutando um audiobook de Tara Brach que descreve uma prática budista de pausa . Eu não sabia o que seria isso direito. 

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Eu não sou um monge budista, mas, agora, depois de ler esse livro, me sinto mais calmo. Eu parei por alguns instantes, fechei meus olhos ... E me senti muito melhor depois de 10 minutos fazendo nada e tentando não pensar em nada. Então, voltei ao trabalho, respondi meus e-mails etc.

Depois desse dia intenso, me senti mais sonolento, fui dormir, acordei mais cedo e voltei ao trabalho! Coloquei minha energia completa e foquei em 'apagar o fogo' que tinha de apagar naquele momento, sem pensar sobre os novos fogos que deveriam ser apagados depois. Trabalhei duro, fiz meu melhor.

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Assim, percebi que a prática simples aprendida no budismo me permitiu saber:

1. Que a pausa ajuda . Não sei o porquê, mas ela funciona.

2. Que a ceitar os problemas e entender meus medos me faz menos medroso.

3. Que, p or alguma razão, quando trabalho duro em algo , funciona. Não sempre, mas na maior parte do tempo.

4.  Estou começando a aceitar que posso falhar . E que isso não significa que sou um perdedor. Nas palavras da personagem Dory, de Procurando Nemo: "apenas continue nadando". 

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