Declaração do cientista político Felipe d'Avila ocorreu em encontro com o empresários da Fiesp nesta quarta-feira
Reprodução/Instagram
Declaração do cientista político Felipe d'Avila ocorreu em encontro com o empresários da Fiesp nesta quarta-feira

O cientista político Felipe d'Avila (Novo) afirmou nesta quarta-feira (27) que privatizará todas as empresas estatais, a começar pela Petrobras , caso seja eleito presidente da República em outubro deste ano. A declaração se deu em um encontro com o empresários na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). 

No evento, o candidato do Novo apresentou os cinco pontos cruciais de seu plano de governo. São eles: abertura do mercado de maneira unilateral, preservação do meio ambiente, investimento em educação básica, melhoria da gestão pública e erradicação da miséria extrema no Brasil.

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Para d'Avila, é fundamental criar um ambiente de negócios favorável no Brasil. Segundo ele, isso mobilizaria a sociedade civil e pressionaria o Congresso a votar reformas, como a Tributária. D'Avila ainda criticou políticas protecionistas e disse que as pessoas que são favoráveis a elas apenas geram dificuldades para os empreendedores e donos de empresas.

"O principal plano de governo é abrir a economia de maneira unilateral de forma gradual, responsável e consciente para ajudar na reindustrialização no Brasil", disse. "A meta é em quatro anos ser um dos melhores países para se fazer negócio."

D'Avila abriu o evento com um discurso em que criticou o populismo, que relacionou, sem citar nomes, aos dois "principais" candidatos ao pleito, Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com o cientista político, o populismo foi o culpado pelo Brasil chegar a uma situação "extremamente ruim". Ele enxerga a própria candidatura como oposição ao movimento populista de esquerda ou direita.

"Quem defende a democracia não está pensando em uma eleição. É uma questão de honra, de vida. O populismo quer destruir a democracia no Brasil, é por isso que estou nesta campanha", afirmou D'Avila.

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