Bolsonaro indicou Caio Paes de Andrade para ser o novo presidente da Petrobras
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Bolsonaro indicou Caio Paes de Andrade para ser o novo presidente da Petrobras

O presidente Jair Bolsonaro comemorou nesta segunda-feira (27) a eleição de Caio Paes de Andrade para o cargo de presidente da Petrobras . O chefe do Executivo disse que haverá uma "nova dinâmica na questão dos combustíveis no Brasil', mas ressaltou que tudo será analisado "na base da lei" e sem "canetaços".

"Pode ter certeza, hoje o Caio está tomando posse na Petrobras, teremos uma nova dinâmica também na Petrobras na questão dos combustíveis no Brasil, e tudo vai ser analisado na conformidade, na base da lei, sem querermos mexer no canetaço na lei das estatais, sem querer interferir em nada, mas com muito respeito, com muita responsabilidade fazendo com que o brasil realmente se alavanque."

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta segunda-feira a nomeação de Caio Paes de Andrade para ser o novo presidente da estatal por sete votos a favor e três contra.

Paes de Andrade assume a empresa no lugar de José Mauro Ferreira Coelho, que renunciou na semana passada após reajustar os preços da gasolina e diesel e o governo federal elevar o tom da pressão contra o executivo.

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O nome de Paes de Andrade aprovado pelo Celeg teve "conformidade" positiva. O Celeg é parte do Comitê de Pessoas (Cope) da Petrobras, responsável por analisar informações e requisitos dos indicados pelo governo para exercer cargos na estatal.

Segundo documento enviado à CVM na sexta-feira passada, foi reconhecido por três dos quatro integrantes do Celeg o preenchimento dos requisitos previstos na Lei 13.303, a Lei das Estatais, e no Decreto 8945, que trata das empresas públicas. Não houve vedações, disse a comunicado.

No sábado, foi divulgado a ata da reunião da Celeg. O documento revelou que os integrantes do Cope/Celeg tentaram agendar com Paes de Andrade uma entrevista formal para entender sua opinião sobre a política de preços. Mas ele recusou.

Por escrito, Andrade disse apenas que não tinha "qualquer orientação específica ou geral do acionista controlador ou qualquer outro acionista no sentido de alteração da política de preços praticados pela companhia”.

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