Banco Central
Reprodução: ACidade ON
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O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) informou, nesta segunda-feira (4), que irá se reunir com um representante do governo para debater as demandas da categoria. O encontro será com o secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Economia, Leonardo Sultani e a expectativa é que haja uma proposta oficial por parte do Estado. Caso não haja, a categoria informou que ira intensificar o movimento a greve. O objetivo da mobilização é o reajuste salarial para o BC, bem como a reestruturação de carreira de analistas e técnicos.

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A greve dos servidores do BC foi aprovada na assembleia de 28 de março, às 14h. A assembleia virtual teve a participação de 1,3 mil servidores da ativa (de um total de 3,4 mil), dos quais 90% votaram a favor da paralisação.

A entidade informou que cerca de 60% dos servidores aderiram à paralisação e a expectativa é de que esse número aumente com a continuidade do movimento. O presidente do Sinal, Fábio Faiad, destacou que a greve é realizada respeitando a lei dos serviços essenciais. Contudo, o Pix e outras atividades do BC não se caracterizam como tal, de acordo com a lei. Por conta disso, a greve poderá interromper parcialmente o PIX e a distribuição de moedas e cédulas.

A divulgação do boletim Focus e de diversas Taxas, o monitoramento e a manutenção do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) e da mesa de operações do Demab, o atendimento ao público e outras atividades também podem ser parcial ou totalmente interrompidas.

Ainda segundo o Sindicato, cerca de 725 abandonaram seus postos de serviço e a expectativa é que este número aumente ainda mais. O BC tem 3.500 servidores.

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