Petrobras
Felipe Moreno
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preço do barriu de petróleo atingiu US$ 89 (R$ 480) nesta quarta-feira (26) conforme cresce o medo de escalada do impasse entre Rússia e Ucrânia. A cotação é a maior desde 2014 e deve pressionar a Petrobras a adotar novos aumentos de preço nos combustíveis, respingando na popularidade do presidente Jair Bolsonaro. 

Desde 2016, a Petrobras adota o modelo de paridade de preço, que obriga a estatal a reajustar o preço dos combustíveis no mercado interno de acordo com o preço internacional. 

Segundo analistas do Goldman Sachs, o petróleo Brent devem atingir os U$ 100 por barril no terceiro trimestre de 2022. Em relatório, o banco afirma que a alta deve continuar até o primeiro trimestre de 2023, quando o barril deverá registrar a máxima de US$ 105.

Veja o gráfico do preço do petróleo:

Antevendo uma crise em pleno ano eleitoral, Bolsonaro articula com o Congresso uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para permitir a redução do preço dos combustíveis. A ideia é criar um "fundo de estabilização" dos preços do óleo diesel e do gás de cozinha (GLP), além de repasses para evitar a elevação da conta de luz.

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