Notas de euro
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Notas de euro

Duas décadas após o euro entrar em circulação e ser distribuído entre famílias na Europa, bilhões em moedas antigas que foram abandonadas permanecem guardados. O total que ainda pode ser resgatado nos bancos centrais do continente equivale a cerca de € 8,5 bilhões (R$ 54 bilhões), segundo cálculos da Bloomberg.

Não está claro ainda quanto dessa quantia será trocada — nem as razões pelas quais ainda não foram.

As possíveis explicações vão desde economias esquecidas, que ficaram escondidas debaixo dos colchões, até lembranças guardadas de outra época.

O que se sabe é que a grande maioria está na Alemanha, onde a popularidade do dinheiro perdura e o Bundesbank (o banco central do país) disse que continuará trocando marcos alemães por tempo ilimitado.

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Outros países não são tão pacientes: França, Espanha e Itália já pararam de trocar dinheiro antigo. Portugal parou de converter o escudo e vai encerrar a opção de troca em fevereiro de 2022.

O euro em papel-moeda foi introduzido pela primeira vez no dia 1º de janeiro de 2002 — três anos após a concepção da moeda. Foi inicialmente utilizado em 12 dos atuais países-membros da zona do euro, aos quais se juntaram outros, como Chipre e Estônia, vários anos mais tarde.

O Banco Central Europeu (BCE) agora está avançando com planos para criar novas notas, que devem ser reformuladas até 2024. A instituição também pode lançar um euro digital ainda nesta década.

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