Ministro da Cidadania, João Roma
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Ministro da Cidadania, João Roma

O Auxílio Brasil usa dados do último Censo, feito em 2010, para avaliar critérios de pobreza e extrema pobreza. Com isso, famílias ficam de fora por não se enquadrarem no critério deo novo programa social.

No Cadastro Único de benefícios sociais, segundo dados de setembro, constam ao menos 18 milhões de famílias pobres e extremamente pobres no país. Em 2010 esse número era de 13,8 milhões, ou seja, 23% menor.

Esses 23% representam uma fila de 3,5 milhões de pessoas à espera da assistência do governo. Pensando nisso, o relator da Medida Provisória (MP) que cria o Auxílio Brasil, Marcelo Aro, prevê a inclusão da obrigatoriedade de zerar a fila no texto. 

Um novo Censo seria a solução do problema, mas a pesquisa que deveria ter sido feita em 2020 foi adiada por causa da pandemia para 2021, mas o governo cortou a verba e adiou novamente. 

Segundo o UOL, o Ministério da Cidadania informou que atualizará o cadastro em 2022 e que "está prevista a atualização dessas informações, dada a necessidade de atender com mais eficiência as famílias em situação de vulnerabilidade, garantindo a oferta de condições e oportunidades para a melhora da qualidade de vida desses cidadãos".


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