Última parcela do auxílio emergencial tem saques a partir de hoje; veja agenda

Retiradas podem ser feitas em agências da Caixa, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui

Fila para sacar o auxílio emergencial na Caixa Econômica Federal
Foto: Gabriel de Paiva/Agência O Globo
Fila para sacar o auxílio emergencial na Caixa Econômica Federal

Os trabalhadores nascidos em janeiro — sem direito ao Bolsa Família — já podem sacar a  sétima parcela do auxílio emergencial 2021 a partir desta segunda-feira (1º de novembro). Até agora, o dinheiro — depositado em contas poupanças sociais digitais em 20 de outubro — só estava disponível para movimentação via aplicativo Caixa Tem.

O saque já pode ser feito em agências da Caixa Econômica Federal, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. Os valores correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família).

Sétima parcela - trabalhadores informais e desempregados

Saque

  • Nascidos em janeiro - 1º de novembro;
  • Nascidos em fevereiro - 3 de novembro;
  • Nascidos em março - 4 de novembro;
  • Nascidos em abril - 5 de novembro;
  • Nascidos em maio - 9 de novembro;
  • Nascidos em junho - 10 de novembro;
  • Nascidos em julho - 11 de novembro;
  • Nascidos em agosto - 12 de novembro;
  • Nascidos em setembro - 16 de novembro;
  • Nascidos em outubro - 17 de novembro;
  • Nascidos em novembro - 18 de novembro; e
  • Nascidos em dezembro - 19 de novembro.

Passo a passo para retirada

  1. Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no app Caixa Tem, selecionar a opção "saque sem Cartão" e "Gerar código de saque";
  2. Depois, basta inserir a senha para ter acesso ao código de saque na tela do celular, o qual tem validade de uma hora e deve ser informado nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Fim do auxílio e indefinição

A sétima parcela do auxílio emergencial em 2021 é também a última do programa criado em 2020 por causa da pandemia. O governo federal tenta acelerar o início do Auxílio Brasil , substituto do Bolsa Família, mas o número de atendidos pelo programa será muito menor do que no auxílio emergencial. Pelo menos 20 milhões de brasileiros ficarão sem assistência a partir de novembro .

Sem emprego, sem renda e sem auxílio , com preços nas alturas e um mercado de trabalho ainda incerto, o Brasil flerta com a fome e, ainda em meio a pandemia, limita o principal programa social, sucesso para minimizar as perdas sociais, sobretudo em 2020, quando tinha o valor de R$ 600. Em 2021, o auxílio já teve corte do valor e de beneficiários, o que vai piorar ainda mais em novembro.