Itaú é acusado de demitir funcionários na pandemia, assédio moral e impor sobrecarga de trabalho
Lorena Amaro
Itaú é acusado de demitir funcionários na pandemia, assédio moral e impor sobrecarga de trabalho

O Sindicato dos Bancários de São Paulo realizou nesta segunda-feira (04) uma manifestação virtual contra o banco Itaú. Segundo o sindicato, funcionários reclamam que atitudes tomada pela instituição durante à pandemia, como a demissão de funcionários e assédio moral.

A hashtag "Que Vergonha Itaú" começou a ser divulgada às 10 horas da manhã e logo se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter.

Alguns manifestantes lembraram da necessidade de funcionários cumprirem metas abusivas e a necessidade de trabalharem em funções que não são contratados. Outros lembraram dos casos de assédio moral e a sobrecarga de trabalho dos trabalhadores.

Em nota, o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Sérgio Francisco, ressaltou a necessidade de investigar as ações do banco.

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"Em plena pandemia, o Itaú implementou reestruturações em agências e departamentos, resultando em fechamento de unidades, demissões, adoecimento, sobrecarga, desvios de função e assédio moral", acusa Francisco.

Ao iG, o Itaú se limitou a dizer que conduz normalmente os processos de admissões, promoções e desligamentos. A institutição não informou se abrirá algum tipo de investigação para apurar a contuda de funcionários. 

Confira a nota completa do Itaú

“O Itaú Unibanco esclarece que tem conduzido normalmente todos os processos de recursos humanos nos quais estão incluídas admissões, promoções e desligamentos. O banco mantém relação profissional e transparente com os sindicatos, inclusive com reuniões periódicas de debate sobre os temas das relações de trabalho dentro da instituição.”

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