PLOA prevê 73,6 mil vagas a serem preenchidas por meio de concursos públicos
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PLOA prevê 73,6 mil vagas a serem preenchidas por meio de concursos públicos

O Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2022, enviado ao Congresso Nacional na última terça-feira (31), traz 73.640 vagas de emprego que devem ser preenchidas por meio de concurso público. Desse total, 4.097 são para novos cargos, e 69.543 para substituir funcionários terceirizados ou para cargos vagos. A seleção pode acontecer por meio da convocação de aprovados em editais anteriores ou por novos concursos.

Segundo o projeto, as 4.097 novas vagas serão distribuídas da seguinte forma:

  • Poder Judiciário: 1.957
  • Defensoria Pública da União: 1.011
  • Poder Executivo: 1.129

Já as outras 69.543 serão divididas em:

  • Poder Executivo: 66.654
  • Poder Judiciário: 2.274
  • Poder Legislativo: 149
  • Ministério Público da União e Conselho Nacional do Ministério Público: 229
  • Defensoria Pública da União: 237

O PLOA prevê a estimativa de receitas e despesas do governo federal para o ano seguinte. A previsão é de que o déficit primário (quando as despesas superam a arrecadação) seja R$ 49,6 bilhões - abaixo da meta estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2022, que apontava déficit de R$ 170,5 bilhões.

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Agora, o Projeto da Lei Orçamentária Anual passa por aprovação no Congresso Nacional. Deputados e senadores têm até o dia 22 de dezembro para analisar a proposta. Vale lembrar que, até agora, o Governo Bolsonaro não realizou nenhum concurso público. 

Só os militares receberão reajustes

O governo federal decidiu não incluir reajuste salarial para os servidores públicos (civis) na proposta de orçamento de 2022. "Não tem previsão de reajuste. O Orçamento já está muito apertado. Tendo alguma mudança por conta da discussão do precatório, vão ser definidas as prioridades do Orçamento", afirmou o secretário especial de Fazenda, Bruno Funchal, durante uma coletiva de imprensa.

O último reajuste para os servidores públicos foi anunciado em 2018, pelo então presidente Michel Temer. Em contrapartida, os militares receberão o benefício, conforme previsto na reforma da Previdência. Essa mudança deve custar R$ 217,66 bilhões ao governo.



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