Ministério da Economia
Fernanda Capelli
Ministério da Economia

O resultado negativo do PIB (Produto Interno Bruto) não desanimou a equipe do Ministério da Economia. A retração de 0,1% fez com que os técnicos revisitassem a expectativa para o ano, que era de 5,3%, e mesmo assim seguem prevendo crescimento "superior a 5%", informa a Folha de São Paulo.

A expectativa da pasta do ministro Paulo Guedes era observar um crescimento de 0,25% no 2º tri, mas o resultado foi bem abaixo.  O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, é outro a reavaliar as projeções e admitir que o crescimento no ano deve vir menor que o esperado. 

O Ministério fará uma nova projeção ainda este mês, mas diz que "por enquanto" não há alterações na alta de 5,3% esperada.

 Em nota, a SPE (Secretaria de Política Econômica) afirma que a queda de 0,1% do PIB no trimestre foi influenciada principalmente pela queda na indústria e pela redução dos investimentos, indicadores afetados, entre outros fatores, pela escassez de matérias-primas, como semicondutores, por exemplo. 

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A crise hídrica teve impacto tanto no campo quanto na indústria, "além do efeito devastador nas famílias brasileiras, há impacto relevante nas decisões econômicas dos agentes”, afirma a SPE.

A pasta também ressaltou o resultado positivo para o setor de serviços, que avançou 0,6%.

“A vacinação em massa tem possibilitado o fortalecimento dos serviços, destacando este setor como principal contribuidor para o PIB no primeiro semestre”, afirma a SPE.



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