Avianca
Raphael Magalhães
Avianca

Decretada em 2020 pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, do Foro Central de São Paulo, a falência da Avianca ganha um novo capítulo. Agora os bens da companhia aérea irão a leilão no dia 31 de agosto. 

A empresa estava em recuperação judicial desde 2018, e tinha cerca de R$ 2,7 bilhões em dívidas. Parada desde maio de 2019, terá 1 milhão de itens leiloados, e o maior lote vale 16 milhões de dólares (R$ 85 milhões).


Os advogados do setor defendem que as empresas aéreas sofrem com  carga tributária elevada, além de custos de combustível e tarifas portuárias muito altos no Brasil. 

"O caso da Avianca mostra que as iniciativas de companhias aéreas no Brasil precisam ser muito bem pensadas, porque a atividade envolve custos elevados e a infraestrutura ainda é deficitária para expansão da malha", disse ao Estadão Broadcast o presidente da Comissão de Direito Aeronáutico da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil - seção São Paulo), Felipe Bonsenso.



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