Brasil Econômico

morte joão alberto
Reprodução/Twitter
Seguranças envolvidos na morte de João Alberto foram demitidos por justa causa de terceirizada que atua no Carrefour

Após a morte brutal de João Alberto Silveira Freitas , homem negro de 40 anos, em unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre, o Grupo Vector, empresa terceirizada do hipermercado, anunciou a rescisão por justa causa dos contratos de trabalho dos dois envolvidos no espancamento da vítima, que morreu por asfixia, de acordo com o laudo médico.

A empresa disse em comunicado lamentar "profundamente os fatos ocorridos e se sensibiliza com os familiares da vítima". Em nota, o Grupo Vector  garantiu que não é responsável pela vigilância do prédio do Carrefour no bairro Passo D'Areia, onde ocorreu o crime, mas sim do setor de prevenção e perdas.

A companhia também prometeu auxiliar a Polícia Civil na elucidação dos fatos "estando à disposição das autoridades e colaborando com as investigações para apuração da verdade" e disse que "submete seus colaboradores a treinamento adequado inerente às suas atividades, especialmente quanto à prática do respeito às diversidades, dignidade humana, garantias legais, liberdade de pensamento, bem como à diversidade racial e étnica".

Os vigias Magno Braz Borges e Giovane Gaspar da Silva, policial militar temporário, foram presos em flagrante pela morte de João Alberto e autuados por homicídio triplamente qualificado. O crime foi flagrado pelas câmeras de segurança do local e ambos tiveram prisão preventiva decretada.

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