Brasil Econômico

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL
Dólar voltou a subir mesmo com otimismo americano

Nesta terça-feira (16), o dólar  teve alta de 1,76%, fechando em  R$ 5,23.  No entanto, os dados sobre a economia americana tinham criado expectativa de que os Estados Unidos estariam deixando a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19.

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O índice Ibovespa, principal da Bolsa de Valores brasileira, teve valorização de 1,25%, aos 93.531,172 pontos – e rompeu o ciclo de quatro quedas seguidas.

Indicadores positivos do varejo nos EUA elevaram estimularam a vontade de risco nos mercados de câmbio. Mas houve declarações cautelosas do presidente do FED (Banco Central dos Estados Unidos unidos), Jerome Powell, e a demanda pela segurança da moeda dos EUA voltou a surgir.

O dólar também subiu pelas notícias de que Pequim e províncias chinesas voltaram a criar restrições de viagem devido a aumento de casos de Covid-19 na região, o que provocou temor de uma segunda onda da pandemia.

Em âmbito doméstico, no Brasil,  a alta do dólar tem a ver com as  incertezas do cenário político. Na visão do mercado, isso atrapalha os debates sobre reformas econômicas e a queda maior que esperada nas vendas do varejo no Brasil em abril também piorou o cenário.

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