Em maio, o desemprego subiu de 9,8 milhões para 10,8 milhões
Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Em maio, o desemprego subiu de 9,8 milhões para 10,8 milhões


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 1 milhão de pessoas no Brasil perderam o emprego no mês de maio, por conta da pandemia do novo coronavírus. É a primeira vez que o IBGE realiza pesquisa por telefone.

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No mercado de traballho, 28,5 milhões de pessoas estão procurando uma vaga ou não procuraram devido à pandemia, segundo a pesquisa que acompanhou o impacto da quarentena no mercado de trabalho.

São 10,9 milhões de desocupados, o que representa uma taxa de desemprego de 11,7%. São17,7 milhões dos que não conseguiram procurar emprego, são potenciais desempregados. A taxa semanal subiu de 10,4% na primeira semana de maio para 11,4% na última semana.

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"Podemos considerá-los esses 17,7 milhões de subutilizados", afirmou Cimar Azeredo, diretor adjunto de Pesquisas do IBGE .

Os números não são comparáveis com a Pnad Contínua divulgada mensalmente, que traz dados trimestrais e acompanha o procura de trabalho no último mês, enquanto a Pnad Covid-19 investiga a procura na última semana.

O número de desempregados subiu de 9,8 milhões para 10,8 milhões do início para o fim do mês.

A Pnad Covid19 estimou em 84,4 milhões a população ocupada do país na semana de 24 a 30 de maio. Entre esses, 8,8 milhões (ou 13,2% dos ocupados) trabalhavam remotamente e 14,6 milhões (17,2%) estavam afastados do trabalho devido ao distanciamento social.

O contingente de pessoas desocupadas passou de 9,8 milhões, na semana de 3 a 9 de maio para 10,9 milhões, na semana de 24 a 30 de maio, uma alta de 10,8%.

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