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Gabriel Guedes/Brasil Econômico
Novo saque do FGTS, que começa em junho, deve injetar R$ 36 bilhões na economia brasileira

A nova liberação de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de até R$ 1.045 deve injetar na economia cerca de R$ 36 bilhões em 2020, de acordo com estimativas do Ministério da Economia. Segundo medida provisória (MP) publicada no Diário Oficial da União na noite desta terça-feira (7), as retiradas serão autorizadas a partir de 15 de junho.

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A Caixa Econômica Federal vai elaborar um cronograma de pagamento, conforme foi feito com o saque imediato do FGTS no ano passado. Os cotistas que têm conta no banco receberão o crédito automático.

Segundo técnicos da equipe econômica, o valor do novo saque é o limite suportado pelo FGTS para não prejudicar suas aplicações em habitação e saneamento básico.

Ficou estabelecida a data do dia de 15 de junho para que os trabalhadores possam retirar o dinheiro e, não imediatamente, por causa da necessidade de primeiro capitalizar o Fundo. Isso será feito com a transferência de R$ 21,5 bilhões do Fundo PIS/Pasep , que será extinto no fim de maio.

A MP vai beneficiar 60 milhões de contas ativas e inativas do Fundo de Garantia. Para quem tem mais de uma conta, a proposta estabelece um critério para o saque: primeiro, contas vinculadas relativas a contratos de trabalho extintos, com início pela conta que tiver o menor saldo; depois, as demais contas vinculadas, com início pela conta que tiver o menor saldo.

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