Piscinão Anhanguera, inaugurado em 2009
Prefeitura São Paulo
Piscinão Anhanguera, inaugurado em 2009




A cidade de São Paulo ganhará novos cinco piscinões para reduzir os índices de inundação pelas chuvas na cidade. A construção será realizada por meio de uma parceria público-privada (PPP), que inclui a manutenção de outros quatro reservatórios do gênero já em operação.

O novo edital de licitação que concederá a manutenção desses piscinões à iniciativa privada será lançado ainda no mês de fevereiro pela prefeitura. A PPP será feita no modelo de concessão administrativa por 33 anos e tem como objetivo ampliar a capacidade e trazer melhorias à operação, manutenção e conservação dos reservatórios já existentes, além de construir os cinco novos previstos.

Os quatro piscinões já existentes são Anhanguera, Guaraú, Sharp e Rincão. Estes passarão por requalificação e o objetivo é de que haja um aumento de  94,17 mil m³ em capacidade nos reservatórios.

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Já os novos piscinões devem ampliar em 454,60 mil m³ a capacidade de reserva em piscinões, totalizando 548,77 mil m³. Os cinco futuros reservatórios serão o Verde (Itaquera), Moinho Velho 1 (Ipiranga), Praça Portugal (Cerqueira César), Praça São Crispim (Lapa) e Praça Rio dos Campos (Perdizes).

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Em evento no último sábado (15), o prefeito Bruno Covas afirmou que serão 13 piscinões entregues pela atual administração, visto que oito já estão em funcionamento. O aumento representa um acréscimo de 50% em relação aos 24 já existentes em São Paulo.

A gestão atual espera que a concessão traga modernização aos equipamentos elétricos, mecânicos, e dos sistemas de tecnologia da informação que possibilitam a operação da drenagem e manejo das águas das chuvas.

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A prefeitura informou que a empresa ou consórcio que apresentar o menor valor de contraprestação mensal máxima a ser paga pelo poder público vencerá a licitação, e prevê um valor de R$ 2 milhoes e 645 mil. Para justificar a parceria, a prefeitura diz que haverá a redução de desembolso da ordem de R$ 139,1 milhões em 33 anos, se comparada à operação dos reservatórios existentes e a construção dos planejados.

A empresa de capital privado que vencer a licitação terá o dever de investir na substituição de bombas, desassoreamento, implantação de Centro de Controle, instalação de comportas e vigilância. Já o concessionário se beneficiará da exploração das fontes de receitas acessórias, como realizar novas construções sobre os reservatórios.

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