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Expectativa de queda das taxas de juros no Brasil e nos EUA deixa mercado otimista, sustentando recordes do Ibovespa, acima de 111 mil pontos

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Dólar opera a R$ 4,15 nesta segunda-feira (9), com leve variação

Após um período de turbulências e atingindo as máximas históricas, o dólar comercial ainda sustenta a queda registrada na última sexta-feira (6). A moeda norte-americana é negociada a R$ 4,1497 nesta segunda (9), com leve variação positiva de 0,21%. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avança 0,20%, aos 111.349 pontos. Na semana anterior, o índice renovou patamares recordes por três sessões consecutivas.

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Neste início de semana, sem notícias impactantes ou desdobramentos mais concretos sobre a guerra comercial entre China e Estados Unidos, o mercado segue na expectativa das reuniões dos Bancos Centrais brasileiro e norte-americano, que definirão qual será o patamar da taxa básica de juros dos respectivos países. As reuniões começam terça e terminam na quarta em ambos os casos.

O cenário sobre os juros nos EUA é um pouco mais incerto, com o mercado ainda dividido sobre a possibilidade de um corte. Já no Brasil, a expectativa do mercado é que haja uma nova redução nos juros, dos atuais 5% para 4,5%, renovando o piso histórico da Selic .

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Donald Trump e Jair Bolsonaro , presidentes dos dois países, aguardam e defendem a nova redução das taxas básicas. O primeiro, inclusive, é crítico recorrente do BC norte-americano por conta das oportunidades em que não houva corte da taxa de juros, apesar da expectativa nesse sentido.