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Amostras foram apreendidas no Mato Grosso do Sul e fábrica ficava em São Paulo, produtos tinham até óleo de lamparina, impróprio para consumo

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Divulgação Prefeitura de Paranaíba
Azeites apreendidos após análises confirmarem que o produto era falsificado

A Vigilância Sanitária de Paranaíba apreendeu  1.640 vidros de azeite fabricado de forma clandestina em um supermercado do município que fica no interior do Mato Grosso do Sul. 

O produto foi recolhido na última quarta-feira (13), após o órgão ligado a prefeitura da cidade receber o resultado da análise feita em cinco marcas de azeite confirmando que os produtos eram adulterados.  

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Foram retiradas de circulação as marcas: Quinta Lusitana ; Constanera ; Oliveiras do Conde ; Quinta D’Ouro e Évora .

A decisão, segundo uma nota técnica divulgada pela Vigilância Sanitária, tem base em decisões anteriores, inclusive de apreensões no estado de São Paulo, que confirmou o uso de óleo vegetal misturado com aromatizante e óleo lampante , utilizado para acender lamparina e que pode causar problemas de saúde se consumido indevidamente.

A nota da prefeitura de Paranaíba relata que no mês de  julho, alguns consumdores, após assistirem uma matéria exibida na televisão, fizeram a denúncia do produto

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O supermercado foi então notificado pela Vigilância Sanitária do município e os azeites retirados da gôndola e armazenados separados no depósito do mercado sob medida cautelar.

Segundo a prefeitura, após a apreensão do produto ocorreu o descarte correto , no aterro sanitário do município. "A empresa (supermercado) não foi multada, já que não houve descumprimento da sanção imposta  à época, mas perderam os produtos", informa a nota do órgão municipal.

Origem

A Vigilância Sanitária se baseou também na descoberta de uma fábrica clandestina de azeite na zona leste de São Paulo ocorrida em junho deste ano.

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Em São Paulo, 40 mil litros de óleo vegetal e 15 mil frascos do produto foram apreendidos, além de tampas e rótulos de, pelo menos, quatro marcas que teriam sido criadas pelos supostos golpistas para dar vazão ao azeite.

Na época da denúnica, a rede de Supermercados de Paranaíba argumentou que o azeite havia sido comprado de forma lícita , com notas fiscais, para diversas lojas da rede no Estado. As vendas foram suspendidas e caso optassem os consumidores poderiam trocar o produto.