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Banco justifica as revisões pela lenta retomada da economia brasileira e por um cenário de crescimento global heterogêneo que também impacta o País

IstoÉ Dinheiro

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Crescimento de 1,1% apontado pelo Bradesco coloca o aumento do PIB (Produto Interno Bruto) no mesmo nível de 2018

O Bradesco divulgou hoje suas projeções econômicas para os próximos trimestres e, diante da lenta retomada da economia e de um crescimento global heterogêneo, rebaixou as projeções do crescimento econômico de 1,9% para 1,1%. O número apontado pela instituição financeira coloca o aumento do PIB (Produto Interno Bruto) no mesmo patamar de 2018 ainda no primeiro semestre deste ano.

Outro número revisado pelo banco foi o da taxa Selic , que nessa quarta-feira (8) se manteve em 6,5% , mínima histórica que se mantém desde março de 2018. Sem perspectiva de uma significativa melhora econômica a curto prazo, o Bradesco prevê que que a taxa básica de juros caia para 5,75% no segundo semestre em cenário de aprovação da reforma de previdência.

O banco justifica as revisões por conta da lenta retomada econômica brasileira e de um cenário de crescimento global heterogêneo que afeta o Brasil. A projeção de crescimento mundial é de 3,3%.

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Além do Bradesco, o Itaú foi outro banco que diminuiu as projeções para o Brasil, que, segundo a instuição, crescerá 1,3% em 2019.