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Um mês antes, já haviam sido cortados 21 mil cargos comissionados, funções e gratificações da esfera federal; entenda os impactos do corte na economia

Bolsonaro assinando medida
Alan Santos/Presidência da República
Governo federal extinguiu mais de 13 mil cargos efetivos considerados obsoletos

Um mês após o decreto presidencial que extinguiu 21 mil cargos comissionados, funções e gratificações da esfera federal, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou a extinção de outras 13.231 vagas. Desta vez, são cargos efetivos da administração pública federal que já estão vagos ou que devem vagar nos próximos meses.

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De acordo com o Diário Oficial da União (DOU), mais de 93% desses cargos efetivos extintos já estão vagos, e apenas 916 aguardam a desocupação pelos órgãos aos quais estão submetidos. Segundo o governo, as funções aplicadas a estas vagas estão obsoletas para a atual dinâmica. Entre cargos incluídos no decreto figuram os de jardineiro, técnico em radiologia, guarda de endemias, mestre de lancha e operador de máquinas agrícolas.

As vagas elencadas no texto oficial deixam de existir a partir de 12 de junho deste ano, reduzindo organogramas dos Ministérios da Economia e da Saúde, da Advocacia Geral da União, da Fundação Nacional de Saúde e do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec).

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 A justificativa do governo para os cortes são o enxugamento da máquina pública e a ampliação da eficiência dos serviços prestados à população. No caso de cargos comissionados, funções e gratificações extintos, a expectativa do governo era de uma economia de pelo menos R$ 190 milhões anuais.

*Com informações da Agência Brasil

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