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Após três crescimentos seguidos sobre a projeção do Produto Interno Bruto (PIB), a expectativa do mercado financeiro em relação à soma de todos os bens e serviços produzidos no País, deste ano, caiu de 2,90% para 2,87%

Brasil Econômico

Boletim Focus manteve pela sexta semana seguida a projeção de crescimento de 3% para o PIB de 2019
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Boletim Focus manteve pela sexta semana seguida a projeção de crescimento de 3% para o PIB de 2019

Pela sexta semana consecutiva, o boletim Focus registra queda na projeção da inflação deste ano. No resultado divulgado nesta segunda-feira (12), a expectativa do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está em 3,67%, valor 0,3 ponto percentual (p.p) inferior ao da semana passada.

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A nova projeção do boletim Focus sobre a inflação está mais distante do centro da meta de 4,5%, entretanto, ainda está acima do limite inferior de 3%. Vale destacar que o teto estipulado para o indicador é de 6%. Para 2019, a projeção para o IPCA também sofreu queda, uma vez que passou de 4,24% para 4,20%, ou seja, valor também abaixo do centro da meta de 4,25%.

A inflação oficial foi publicada na sexta-feira (9) e ficou em 0,32% no mês de fevereiro. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pela contagem, esse é o menor índice obtido desde o ano 2000, quando o valor ficou em 0,13%.

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PIB e Selic

Após três crescimentos seguidos na projeção do Produto Interno Bruto (  PIB  ), a expectativa do mercado financeiro em relação à soma de todos os bens e serviços produzidos no País deste ano caiu de 2,90% para 2,87%. Mas, se para 2018 a perspectiva foi retraída, para o ano que vem, o Banco Central (BC) resolveu manter pela sexta semana seguida a projeção de 3%.

Já a taxa básica de juros, mais conhecida como   Selic , atualmente está em 6,75% ao ano e corresponde ao menor nível já registrado na história do BC. E a intenção do mercado financeiro é que esse percentual fique ainda menor, já que espera uma taxa de 6,50% ao ano, ainda neste mês. Para 2019, o Copom pretende aumentar o marcador gradualmente até chegar em 8% ao ano.

Quando a Selic aumenta, o objetivo do BC é conter a demanda aquecida, o que gera reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam que mais dinheiro fique contido na poupança do consumidor.

Agora, quando a instituição opta por diminuir o índice dos juros básicos, a ideia é fazer com que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Acompanhe o próximo boletim Focus e fique por dentro dos principais indicadores econômicos.

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*Com informações da Agência Brasil

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