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Agência Brasil
Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, encontrou-se com Rodrigo Maia para discutir a Reforma da Previdência


A equipe econômica do governo de Michel Temer reuniu-se nesta quinta-feira (26) com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para discutir as próximas pautas do Congresso, em especial a aprovação da Reforma da Previdência. A confirmação do encontro foi feita pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles e o encontro ocorreu na residência oficial da presidência da Câmara e contou com a presença de parlamentares. 

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Segundo o ministro da Fazenda, a prioridade deve ser retomar a tramitação da Reforma da Previdência , que foi interrompida após o recebimento da primeira denúncia de corrupção envolvendo o presidente da República, Michel Temer .  Para Meirelles, com o fim das denúncias – a segunda foi votada na quarta-feira (25) e arquivo – é chegada a hora de dar a devida atenção ao tema.

 “[O tema da reunião] foi exatamente os próximos passos da agenda econômica. A ideia é prosseguir normalmente, esta é a decisão do presidente da Câmara e com a qual concordamos integralmente. Então, vamos prosseguir normalmente, enviando os projetos da agenda econômica, que é o mais importante para o país no momento. Reforma da Previdência em primeiro lugar, reforma tributária depois”, disse Meirelles após a reunião.

Força para aprovação

Meirelles ressaltou que após o encontro desta quinta-feira (26), a equipe econômica do governo tentará com a proposta de emenda à Constituição com as mudanças nas regras para a aposentadoria, regras essas já aprovadas em comissão especial.

O ministro da Fazenda aproveitou para negar que foi feito um enxugamento da medida, sendo deixado o projeto apenas com a alteração da idade mínima para aposentadoria. Segundo ele, a base aliada terá votos suficientes para aprovar a reforma na Câmara, que é presidida por Rodrigo Maia .

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“Como se trata de uma emenda constitucional, para ser aprovada, a Reforma da Previdência  precisa de pelo menos 308 votos do total de 513 deputados. É possível [aprovar]. São assuntos diferentes [denúncia e reforma], eu acredito que há uma consciência de que a reforma da Previdência é absolutamente necessária”, completou o ministro.

*Com informações da Agência Brasil

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