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Produção chegou ao volume de 115 milhões de metros cúbicos e quebrou o recorde de 111,8 milhões que havia sido estabelecido em dezembro de 2016

Ao contrário do gás natural, produção de petróleo teve uma redução de 1,9%
Divulgação
Ao contrário do gás natural, produção de petróleo teve uma redução de 1,9%

A produção de gás natural no Brasil atingiu o volume recorde de 115 milhões de metros cúbicos por dia (m3/d) no mês de julho. O recorde anterior havia sido de 111,8 milhões de m3/d, registrados em dezembro do ano passado.

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A informação foi divulgada na sexta-feira (4), no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Este volume é 3,5% maior que o observado no mês anterior e 7,3% superior ao de julho de 2016.

Petróleo

A produção de petróleo, por outro lado, teve uma redução de 1,9% na comparação com julho, chegando a 2,62 milhões de barris por dia. Apesar da queda mensal, a produção teve um aumento de 1,5% na comparação com julho do ano passado.

Considerando a soma da produção de gás e de petróleo , a produção nacional ficou em 3,346 milhões de barris de óleo equivalente (unidade de medida que transforma o volume de gás em barris e que se soma aos barris de petróleo) por dia.

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Em julho, a produção do pré-sal e atingiu 1,61 milhão de barris de óleo equivalente por dia, uma redução de 4,3% em relação a junho.

Combustíveis

A gasolina, por sua vez, teve um aumento de preços nas refinarias que repassam o produto às distribuidoras. A partir da próxima terça-feira (5), o combustível ficará 3,3% mais caro para os compradores destes locais. De acordo com a Petrobras, o diesel também terá alta no valor de 0,1%.

Desde o dia 31 de agosto, a gasolina acumulou sozinha acréscimo de 11,2% no preço, enquanto o diesel ficou 8,94% mais caro desde o dia 29 de agosto. A nova política da Petrobras – aumentos ou reduções quase diárias – acaba de completar dois meses e é avaliada como positiva pela estatal.

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As variações de preço do combustível vendido nas refinarias aos distribuidores têm como base “o preço de paridade de importação, que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos principais concorrentes para o mercado – importação do produto”, de acordo com informações fornecidas pela estatal.

*Com informações da Agência Brasil

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