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Economia brasileira deve ter aumento no PIB em 2017, segundo relatório divulgado pela Cepal nesta quinta-feira (3)

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vai crescer 0,4% neste ano, de acordo com ) do Brasil com uma projeção feita pela da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). O PIB representa a soma de todos os bens e riquezas produzidos em um país, indicando o patamar da economia brasileira.

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Além das projeções feitas pelo Cepal sobre a economia brasileira , a Organização das Nações Unidas também estimou um crescimento médio do PIB de 1,1% em 2017 para toda a região. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (3), no Chile.

De acordo com o comunicado da Cepal, o crescimento ocorrerá porque, depois de dois anos de contração, as economias da América Latina e Caribe foram beneficiadas por um contexto internacional com melhores perspectivas de crescimento, apesar dos riscos geopolíticos. Outro fator favorável, segundo a Cepal, é a melhora nos preços das matérias-primas exportadas pela região.

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Ainda segundo o relatório apresentado pela organização, todos os países da área terão taxas positivas de crescimento este ano. As exceções são a Venezuela, cujo PIB deve cair 7,2%, e os países caribenhos Suriname e Santa Lúcia, cujas economias devem registrar, igualmente, uma contração de 0,2%.

Investimento público

Foi defendido pela comissão a necessidade de políticas macroeconômicas para permitir o crescimento de longo prazo e promover mudanças estruturais na economia da região. O organismo ainda destacou que, ao buscar o equilíbrio nas trajetórias da dívida e nos gastos públicos, “não se deve restringir o investimento público”. Para facilitar esse processo, segundo a Cepal , uma alternativa para que isso seja realizado seria fazer a separação dos gastos de investimento e dos gastos correntes.

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O organismo também considera que seja importante aumentar para a economia brasileira as receitas públicas, por meio de mudanças na estrutura tributária. Isso poderia ser feito, segundo a Cepal, com a criação de mais impostos diretos (aqueles que são pagos diretamente ao governo, em lugar de incidirem indiretamente sobre o consumo de bens e serviços), fortalecimento da administração e redução da evasão fiscal.

*Com informações da Agência Brasil

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